RASenha

RASenha #5 — Maze Runner – Correr ou Morrer (filme)

Nessa primeira RASenha do ano, mas a quinta da nossa edição, trouxemos o filme Maze Runner – Correr ou Morrer, que trata de assuntos fictícios e ao mesmo tempo tão realistas, tendo em vista o nosso atual cenário pandêmico. Visando o entretenimento e o conhecimento, a saga de Thomas — o personagem interpretado por Dylan O’Brien — faz a junção perfeita para desfrutarmos dessa história no horário de lazer.

Maze Runner foi originalmente lançado como livro, escrito por James Dashner, com o primeiro lançamento em 2009 e seguido pelo resto da sua trilogia nos anos de 2010 e 2011. Em meados de setembro de 2014, Correr ou Morrer foi adaptado ao universo cinematográfico, ganhando grande visibilidade na história, por ser uma distopia que acontece depois de alguns eventos que destruíram boa parte da raça humana, e claro pelos componentes do elenco principal, tendo nomes importantes como Dylan O’Brien, Kaya Scodelario e Thomas Brodie-Sangster.

A trama se inicia com Thomas dentro de um cubículo de metal em movimento, que posteriormente descobrimos ser um elevador, o qual não se lembra de nada, a não ser o seu nome. O telespectador vai acompanhando os passos do nosso protagonista e as descobertas seguintes, ambos se surpreendem juntos, mesmo com um narrador onisciente. Quando o elevador enfim se abre, nosso personagem se vê cercado de garotos que vivem em uma clareira, têm seu próprio governo e sua forma de organização social. A clareira é cercada por um labirinto gigantesco que todas as noites tem um mecanismo programado de mudança dos corredores de metal, o qual, é o lar de criaturas criadas em laboratório, compostos de partes robóticas e são chamados, pelos meninos da clareira, como Verdugos.  

Depois da apresentação inicial dos personagens e do enredo em si, Thomas começa a se questionar e querer buscar mais informações de como poderia sair daquela prisão, muito bem elaborada. Como todo bom protagonista, ele se arrisca labirinto adentro, à procura da saída. Lá ele descobre, depois de enfrentar um dos terríveis “monstros” metálicos, uma chave que abre uma área do labirinto, que pode ser muito bem uma oportunidade de ir embora. 

Thomas se reúne com os interessados na fuga, se aventurando pelo labirinto até a saída daquele lugar. Contudo, achando que iam encontrar o paraíso, descobrem que o mundo está em colapso e em um verdadeiro cenário apocalíptico, onde os seres humanos estavam sendo expostos a um vírus desconhecido, e os cientistas estavam tentando arranjar uma cura, por meio de estudos. Estudos esses, que envolviam todos os meninos que estavam confinados e que, por algum motivo desconhecido eram imunes, e com uma inteligência super dotada. 

Por fim, pode-se perceber vários fatores que prendem a atenção dos telespectadores, mas principalmente, a atenção dos amantes da ciência, engenharia e da robótica, que focam em cada detalhe bem elaborado, como o labirinto muito bem construído e programado, a tecnologia avançada que é usada pelos cientistas e até mesmo, os verdugos que são metade robôs. Com certeza o filme abre as portas da imaginação e para os diversos pensamentos de o quão longe nossa atual tecnologia poderia chegar em um futuro próximo!

 

Postagem escrita pela voluntária Emilly Cristine.